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O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) participou de uma reunião virtual, na manhã desta segunda-feira (15), com empresários e produtores de diversos segmentos e representantes da Associação Pró-desenvolvimento industrial do Estado de Goiás (ADIAL), para tratar sobre o Fundo Constitucional do Centro-oeste. Os empresários defendem uma reestruturação para torna-lo mais atrativo.
De acordo com o senador goiano, o alto custo do crédito no Brasil inviabiliza projetos e compromete o sucesso das empresas e o crescimento do país. Para Vanderlan, a reinvindicação dos empresários é justa e merece atenção.
“Estamos em um momento em que o aquecimento da economia brasileira é algo extremamente necessário. É preciso gerar mais oportunidades de investimento para os empresários e o FCO é importantíssimo nesse aspecto. Não só o Estado de Goiás, mas toda a região centro-oeste precisa de desenvolvimento econômico e vamos defender essa causa de mãos dadas com os empresários”, disse Vanderlan.
O FCO é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social da Região Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), mediante programas de financiamento aos setores produtivos, buscando maior eficácia na aplicação dos recursos.
Além do senador Vanderlan, a reunião remota contou com a participação do presidente da Adial, Otávio Lage de Siqueira filho, do presidente executivo, Edwal Portilho, do vice-presidente e presidente da Caramuru, Alberto Borges de Sousa, do conselheiro e presidente da GEM Alimentos, Paulo Sérgio Guimarães e do Presidente da Associação Goiana de Avicultura, Cláudio Rodrigues.
Pis/Cofins- Outra preocupação dos empresários e produtores é com relação à cobrança de dois tributos federais, o PIS e o COFINS sobre ato cooperativo das Cooperativas Comerciais. Essas Cooperativas de Serviços de Representação Comercial, especialmente, ligadas ao setor leiteiro e ao da avicultura de Goiás e Minas Gerais, defendem que os valores repassados pelas Cooperativas aos Associados não deveriam ser tributados. De acordo com Vanderlan, a discussão será levada ao Congresso Nacional.

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