Mototaxímetros deverão estar instalados em no máximo 90 dias e cobrar dentro da lei

Por Hélmiton Prateado

O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, assinou na tarde dessa segunda-feira decreto regulamentando a cobrança de corridas nos serviços de mototáxi. Além de tornar obrigatório o uso do equipamento a nova legislação estabelece os preços a serem cobrados na prestação dos serviços.
A bandeira inicial será de R$ 3, não haverá a bandeira dois, portanto, o serviço trabalhará com bandeira única. O quilômetro rodado terá custo de R$ 1,44 e a hora parada R$ 17,80. O decreto também determinará o prazo de 90 dias para que os equipamentos sejam instalados.
O secretário municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade, Fernando Santana, afirma que a medida trará maior justiça para o usuário, que saberá exatamente o custo da sua viajem, sem variações injustificadas. O secretário afirmou ainda que este será um instrumento importante na fiscalização do serviço, uma vez que ‘o usuário terá mais uma forma de saber se o mototáxis está regular ou não, ajudando, assim, a identificar os clandestinos’.
Quando o serviço foi implantado em Goiânia, foram disponibilizadas 1.790 vagas; hoje estão cadastrados na SMT 781 mototáxis e, destes, 379 estão em dia com a Secretaria.
Hoje a autorização e a regularização para o serviço são de responsabilidade da SMT e a fiscalização, que também era da SMT, está com a Secretaria Municipal de Planejamento e Habitação (Seplanh), conforme definiu a reforma administrativa efetuada no governo anterior. A prefeitura estuda a possibilidade de voltar esta fiscalização para a SMT.

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