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Por Hélmiton Prateado

Desde o início da pandemia do novo coronavírus , o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia tornou-se referência no tratamento de pacientes infectados pela Covid-19 e hoje é um dos hospitais modelos em Goiás. Na tarde desse domingo, 20, doze pacientes venceram a batalha contra o novo coronavírus, e receberam alta da unidade de saúde. Eles vão seguir em casa com a fase final da recuperação.
A vitória de cada paciente atendido no HMAP ganha um sabor ainda mais especial, não só de dever cumprido, mas também de ânimo para continuar a batalha. Celebração é a palavra que define as altas. Antes de deixar a unidade de saúde, os pacientes receberam festa e aplausos dos colaboradores do hospital, pois cada vida salva é comemorada pela equipe. Os pacientes têm idades entre 36 e 83 anos e deram entrada no hospital com sintomas parecidos: falta de ar, febre e tosse.
O sucesso na recuperação dos pacientes se deve ao empenho da equipe multiprofissional que está na linha de frente de combate à doença, levando assistência segura aos internados. Profissionais que trabalham com agilidade e competência sempre com foco na recuperação e no tratamento humanizado.
Os pacientes se recuperaram do vírus e acabam de entrar para a estatística dos mais de 28 mil pacientes curados da Covid-19 em Aparecida de Goiânia
Referência para tratamento da COVID-19
O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) é referência no tratamento da Covid-19 em Aparecida. A unidade possui 120 leitos hospitalares exclusivos para tratamento do novo coronavírus.
São 60 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) que estão dispostos em duas salas que atendem protocolos de isolamento. 60 leitos de semi-UTI, todos com pontos de oxigênio, se localizam em uma ala isolada das demais.
O HMAP oferece aos seus pacientes com Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) um tratamento compatível com hospitais de grandes centros, como o Hospital Sírio-Libanês (HSL).
A iniciativa consiste em visitas diárias “beira-leito” à distância. É realizada via chamada de vídeo, em tempo real, de um profissional médico intensivista do Sírio-Libanês para debater e orientar a equipe da unidade no atendimento a esses casos.

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