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Por Hélmiton Prateado

Para celebrar o Dia da Recepcionista, comemorado no dia 26 de julho, o Hospital de Urgências de Goiânia Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) distribuiu cartas, rosas, balões com corações e chocolates para as que são a porta de entrada da unidade de saúde.
Um projeto de lei instituiu a data 26 de julho para celebrar anualmente o Dia da Recepcionista. O projeto homenageia com muita justiça essa importante categoria profissional para a nossa sociedade.
Na unidade hospitalar, a recepcionista atende o público, orientam visitantes, dá informações, atende ligações, controla a entrada de pessoas, realiza cadastros e agendamentos de pacientes, entre outras atribuições. Ela é o “cartão de visitas” do hospital, pois é com ela que o paciente tem o primeiro contato.
Para o coordenador de apoio operacional do Hugo, Vinícius Cavalcante a recepcionista é parte integrante de uma equipe de saúde de alto desempenho. “Médicos, enfermeiros e outros profissionais da área assistencial e administrativa contam com o trabalho da recepcionista para criar uma relação simpática, acolhedora e bem organizada para os pacientes e clientes dentro da unidade”, explica.
Vinício ressalta que a recepcionista deve estar preparada de forma técnica e emocional, pois o atendimento dessas profissionais na linha de frente exige habilidade interpessoal com empatia e humanização. “Pacientes ansiosos em um ambiente desconhecido e estranho ao seu costume por vezes com dor, medo, angústia e incertezas tornam a tarefa de acolher um desafio ainda maior. A recompensa fica por conta do sorriso aliviado e tranquilo de um paciente saindo satisfeito com os serviços que atingiram ou superaram sua expectativa inicial”, revela o coordenador.
As profissionais ficaram emocionadas com a ação. A recepcionista Eliane Martins Santana, que trabalha no Hugo há um ano, falou que a data é novidade para ela, pois nunca foi lembrada desta forma.
“Pra mim foi uma dádiva grande ser lembrada neste dia. Muitos menosprezam a profissão, mas nós temos uma importância na vida das pessoas, em especial na vida dos pacientes que aqui chegam. O Hugo é um hospital humano e aqui a gente se sente acolhido, e os pacientes também recebem um atendimento humanizado. Eu não sou goiana, mas conheço a história do hospital e vejo a evolução que aconteceu aqui. Pra mim é um privilégio fazer parte da equipe do Hugo”, afirma a recepcionista.

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