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O enfrentamento à COVID-19 tem sido levado a sério pelos colaboradores do Hospital Estadual de Urgências de Goiânia Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), que procuram aumentar, ainda mais, as medidas de segurança que já haviam sido adotadas. Além da comunicação hospitalar ser intensificada, com linguagem clara e massiva, quanto às normas vigentes, a atenção ao cumprimento das regras é exigência, no hospital.
A linguagem adotada para atingir todo o público — não só os colaboradores, mas os usuários e familiares — e deixar claras as exigências, renuncia a só entregar normas. Para a direção técnica da unidade, é necessário que todas as pessoas possam entender a importância de seguir esse protocolo.
“Os colaboradores já conhecem essas normas, que sempre foram exigência para a segurança do paciente e dele em ambiente hospitalar. Mas para as pessoas leigas, é necessário falar incessantemente que lavar a mão e usar álcool em gel o tempo todo, não faz mal, pelo contrário”, esclarece o diretor técnico André Braga.
Ele ainda cita que o Hugo transformou em imposição, além de simplesmente orientar aos colaboradores, seguir todas essas regras. A permanência em excesso de pessoas em corredores da unidade, o que pode ser considerado aglomeração, é quesito terminantemente proibido.
Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como máscara N-95, luvas, capotes, toucas, propés, desinfecção de superfícies com quaternários de amônio, uso excessivo dos dispensers de álcool em gel, proibição do uso de adornos (anéis, pulseiras, brincos, colares), entre outras atividades, deixaram de ser recomendações e passaram a ser normas.
“Com essas medidas, nós não estamos só cuidando de pacientes, que é o nosso principal objetivo de quem se dedica diariamente ao Hugo: nós cuidamos de nós mesmos, de toda a sociedade e preservamos os lares dos nossos colaboradores”, descreve o diretor André Braga.

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