Pacientes da Região Metropolitana de Goiânia procuram atendimento em Aparecida de Goiânia sobrecarregando o sistema do município

Por Hélmiton Prateado

A Maternidade Marlene Teixeira, em Aparecida de Goiânia, sofreu mais um final de semana com superlotação em virtude da falta de vagas em Goiânia e outras cidades da Região Metropolitana. Segundo o secretário de saúde de Aparecida de Goiânia, Edgar Tolini, somente entre os dias 14 a 18 de março foram 42 pacientes de alta complexidade que aportaram em Aparecida de Goiânia oriundos de outros oito municípios diferentes para atendimento urgente.
“Pacientes de Jandaia, Caldazinha, Senador Canedo, Pontalina, Edeia, Vianópolis e até de Goiânia que buscaram atendimento em nossa rede de saúde. Inclusive pacientes de alto risco que as maternidades desses locais não comportavam”, frisou.
A capacidade de atendimento da Maternidade Marlene Teixeira ficou estrangulada com esse extravasamento de pacientes vindos de outros municípios, o que provocou uma vistoria do Conselho Regional de Medicina de Goiás. No final de segunda-feira uma reunião com representantes do Cremego e do Ministério Público foi convocada às pressas para apreciação dos números e formulação de alternativas para desafogar o volume de ações.
Para Edgar Tolini a dificuldade de regularizar o atendimento em Goiânia tem provocado uma sobrecarga em unidades auxiliares. A Região Metropolitana toda tem buscado em Goiânia atendimento especializado, mas quando o sistema fica estrangulado a situação compromete sistemas de saúde em outros municípios, como aconteceu com Aparecida de Goiânia.

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